
Dez anos depois, Harry Potter já não é mais um bebê. Vivendo com os tios, Válter e Petúnia, ele teve uma infância difícil, pontuada por acontecimentos estranhos e sonhos com motocicletas voadoras. Até que o gigante de antes retorna para lhe contar a verdade: "Você é um bruxo, Harry". Com essa revelação, a vida do pequeno Potter tem uma reviravolta, principalmente quando ele descobre que é famoso entre os bruxos! Aparentemente, com um ano de idade, no mesmo dia em que foi deixado com os tios, derrotara o maior bruxo das trevas dos últimos tempos. E não tinha ideia de como fizera isso. Aliás, ninguém tinha.
As matérias ensinadas na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts são bem diferentes das nossas. E as poucas aulas que nos são mostradas deixam um gostinho de quero mais. Quem não prefere aprender feitiços, o preparo de poções e a jogar Quadribol (o esporte mais popular que há), ao invés de matemática, física e futebol? Os professores, interpretados por grandes atores como Maggie Smith (de Downton Abbey) e Alan Rickman (de Duro de Matar), dão um show de atuação como os professores da escola, McGonagall e Snape, respectivamente, com suas capas esvoaçantes e varinhas que soltam raios coloridos. E um pouco de medo, devemos admitir. Quer dizer, Snape não parece ser o melhor professor do mundo...Tudo é lindo, tudo é maravilhoso e incrível. Porém, se depender só disso, nenhuma história se sustenta. No caso, os problemas de Harry começam com a notícia de que um objeto de máxima segurança foi roubado do Gringotes, o banco dos bruxos. Harry e seus dois melhores amigos, Rony e Hermione, descobrem que o objeto roubado é a Pedra Filosofal e que ela está escondida em Hogwarts. Eles também descobrem que o temido bruxo das trevas que Harry derrotou anos antes, Lord Voldemort está vivo.
Mesmo com um trio de atores infantis não exatamente muito bons, Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001), do diretor Chris Columbus, conseguiu encantar tanto crianças quanto adultos no cinema. O ar do filme é de fantasia, de amizade e ternura, bem parecido com o livro. É quando Harry entra no mundo mágico, e nós somos levados junto com ele, quando as coisas são coloridas, mágicas e contagiantes. É difícil não se deixar encantar por Hogwarts e suas passagens secretas, fantasmas, quadros falantes e escadas que mudam de lugar. Vale a pena assistir de novo, e de novo e de novo, só para ficar encantado com esse mundo mágico que é o do bruxinho Harry Potter.




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