Previsões do Oscar: Quem vencerá, quem deveria vencer e porquê?



Com a premiação mais importante do cinema internacional se aproximando, a equipe do Who's Geek preparou uma matéria especial, analisando as principais categorias, e prevendo qual filme levará os principais prêmios. Confira abaixo:

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Harry Potter e o Enigma do Príncipe


No sexto e penúltimo capítulo da franquia Harry Potter, escrita pela romancista britânica, J.K. Rowling, Harry, Rony e Hermione procuram passar pelo ano letivo de Hogwarts em meio ao caos e a guerra que se instauraram após o retorno do Lorde Voldemort, no quarto volume. Em Harry Potter e o Enigma do Príncipe (Harry Potter and the Half-Blood Prince, ING, 2009), os protagonistas não terão apenas que enfrentar as forças do mal que estão do lado de fora dos portões de Hogwarts, como os demônios que habitam dentro deles.

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Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban


Algo sombrio se move sob a face das águas. Em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (Harry Potter and the Prisoner of Azkaban, ING, 2004), o surpreendentemente bom – e controverso – terceiro filme da franquia baseada nos livros de J.K. Rowling, Harry, Rony e Hermione retornam à Hogwarts em uma época sombria marcada pela fuga do prisioneiro Sirius Black (interpretado por Gary Oldman) do terrível e assustador presídio de Azkaban.
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Quando Brad Pitt visita a Zumbilândia




Se um dia houver uma pandemia zumbi, ela seria mais ou menos como em Guerra Mundial Z. Essa não é uma boa notícia

Acreditar em zumbis exige uma suspensão de descrença diferente da maioria dos outros filmes. É mais fácil acreditar em vida extraterrestre do que em zumbis. Isso acontece por que corpos sem vida não se mechem. Quanto menos correm, pulam e mordem. É preciso um sistema nervoso e circulatório para operar isso, coisa que eles não têm. Como eu sei disso? Por que no último ano do colegial eu tentei adaptar Frankenstein pro teatro da escola e não...deu...certo.


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A Bela Catástrofe de Shyamalan

Espiritualidade e paternidade são temas recorrentes no novo filme de M. Night Shyamalan, que, longe de ser um sucesso, está longe de ser um fracasso



Espiritualismo e paternidade não salvam Depois da Terra (After Earth, EUA, 2013), mas ajudam a nova empreitada de M. Night Shyamalan a não ser um completo fracasso. É fato, no entanto, que existiu outrora uma época longínqua, distante a maravilhosa, em que atores pais milionários davam uma namorada bonita ou um carro esportivo para seus filhos. Não um filme de 140 milhões de dólares, criado para catapultar a carreira do jovem Jaden Smith, filho de Will Smith.

Com um argumento de Smith pai e o roteiro de Shyamalan e Gary Whitta (de O Livro de Eli), essa história sobre pai e filho presos em um planeta desconhecido não podia ter saído pela culatra mais espetacularmente. Três semanas em cartaz e ele só rendeu 46 milhões de dólares, foi massacrado pela crítica e público e provavelmente privou Jaden Smith de futuros trabalhos de destaque.

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A Ficção Científica e seus diretores


Listamos cinco diretores que vieram para salvar a ficção científica, cinco que vieram para destruí-la e cinco que deveriam filmar ou voltar a filmá-la

Stanley Kubrick, George Lucas, Ridley Scott e Steven Spielberg são, provavelmente, alguns dos maiores diretores de ficção científica de todos os tempos. Filmes como 2001: Uma Odisséia no Espaço, Guerra nas Estrelas, Blade Runner e E.T. redefiniram nossas concepções sobre um dos gêneros mais populares do cinema internacional. O Who's Geek fez uma seleção com quinze nomes de diretores que trabalham ou deviam trabalhar com FC. Confira abaixo os indivíduos que vieram para salvar a ficção científica, os que estão destinados a destruí-la e aqueles que ainda não se aventuraram nos confins de uma galáxia, muito, muito distante.

Confira a lista!

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Perto do coração da América



Novo filme de Star Trek toma novas liberdades, procurando, ao mesmo tempo, agradar os fãs antigos, os novos e passar uma mensagem política engajante e atual

Há uma tendência nos filmes de grande orçamento, atualmente, de pegar questões pontuais da nossa sociedade (ou ao menos da sociedade norte-americana) e colocá-las na tela. É claro, vale lembrar, que o cinema é uma forma do mundo e da sociedade de expurgar seus próprios demônios, e que as discussões variam conforme a época em que elas estão.

Assim como aconteceu recentemente com Homem de Ferro 3, Além da Escuridão: Star Trek (Star Trek: Into Darkness, EUA, 2013) pega os tempos em que vivemos, exagera-os, os deixa caricaturados e os coloca no cinema. O empreendorismo apresentado por J.J. Abrams e companhia no primeiro filme, de desvendar novos mundos, de ir audaciosamente até onde ninguém foi, isso acabou. O objetivo agora é mais político e sombrio. A palavra para o novo filme é "desilusão".

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