Top 5: Piores Planos de Vilões


A maioria das obras de ficção focadas em herói (principalmente as mais feijão-com-arroz) é composta por três atos; Introdução dos personagens, elaboração do conflito, resolução. O conflito é o coração das histórias de games, histórias em quadrinhos, jogos, etc. Nessas mídias, o vilão ocupa esse espaço, pois cabe a ele gerar o conflito que trará o herói em destaque, dando significado a sua existência.

Infelizmente, muitas dessas elaborações de conflitos possuem falhas na trama, e fazem os vilões parecerem verdadeiros palhaços (não do tipo Coringa), sem saber o que estão fazendo ou adotando táticas absurdas para isso. Essa lista (uma opinião!) contém alguns exemplos disso.

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O Universo Fantástico de Eduardo Spohr

Para quem acredita que séries de livros de fantasia boas podem apenas ser “importadas” os livros do autor brasileiro Eduardo Spohr (A Batalha do Apocalypse e a série Filhos do Éden) são um verdadeiro tapa na cara. O autor consegue o que muitos mestres de RPG jamais sonhariam em atingir: se equipara ou até supera algumas franquias que viraram filme de Hollywood e cria um universo conciso, detalhado, com regras claras pré-estabelecidas, uma linha do tempo na historia e muito, muito rico em detalhes e imaginação, no qual os protagonistas vivem suas aventuras e navegam por sua jornada.

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Harry Potter e o Cálice de Fogo


Ao contrário dos outros contribuidores do nosso time aqui no blog, eu não tive nenhum treinamento na área de comunicações, então vou tentar ao máximo fazer jus á obra. Vamos lá?

Harry Potter e o Cálice de Fogo (Harry Potter and the Goblet of Fire, ING, 2005, Mark Newel) é o 4º filme da série. Em sua trama, o herói Harry Potter  vive seu qaurto ano na escola de bruxaria de Hogwarts. A escola sediará o Torneio Tribruxo, uma competição com mais duas escolas de magia, em que um campeão de cada escola compete em diversas provas perigosas. Em uma virada surpreendente, Harry é selecionado pelo Cálice de Fogo para participar do torneio. Sem escolhas, ele precisa sobreviver às três tarefas. Paralelamente a isso, o servo mais leal do lorde das trevas, Voldemort, estende suas garras na escola, para derrotar Harry e restaurar o poder de seu antigo mestre.

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5 Livros de Ciência Popular

Seja para nos introduzir em um assunto, para defender um ponto de vista ou simplesmente contar uma história, os livros de ciência popular são fascinantes, na medida que conseguem abrir uma pequena fresta no universo do conhecimento de suas áreas.

Nessa lista, compartilho alguns de meu livros favoritos, do setor “não-ficção”. Por se tratarem de livros de campos completamente distintos, essa lista não é um “top 5” nem mesmo uma lista de recomendação, apenas livros que eu achei muito interessantes com alguns comentários, e gostaria de compartilhar.


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Entropia: é tudo uma questão de fazer mais bagunça ainda

Uma maneira irritante para atazanar qualquer pessoa que se diz capaz de explicar qualquer coisa é apelar para a regressão infinita: ficar perguntado "por que?" repetidas vezes, até a pessoa atingir uma etapa em que a única resposta possível é a resposta ao Zequinha do castelo Rá-Tim-Bum : "porque sim!"

Na química, quando a mesma abordagem é aplicada, a resposta final fica muito parecida com "porque sim", apenas muda um pouco de cara. A resposta vira " Por causa da Termodinâmica". As explicações finais para o porquê das reações químicas acontecerem, porque precisamos de oxigênio para respiração, porque os ácidos tem as suas propriedades e até porque que o ar não fica no canto do quarto, caem todas no ramo da termodinâmica.

O pessoal que estudou termodinâmica na escola, deve lembrar de uma história diferente. Uma matéria meio (se não completamente) chata, que fica tratando de como a temperatura e pressão de gases se relacionam, como o calor vira trabalho, umas coisas assim. Como que o estudo do comportamento dos gases explica, de repente, tudo que acontece?

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Da idade das estrelas à forma das moléculas: Espectroscopia


Olhando um céu estrelado, os astrônomos sabem muito. Sabem a distancia, tamanho e composição de cada um desses pontos iluminados. Não é estranho? Afinal, são todos pontos iluminados relativamente iguais. Como é possível saber uma distância de milhões de quilômetros e uma idade de bilhões de anos? A partir de pontos iluminados?

Como descobrir as coisas que estão fora do nosso alcance? As estrelas estão muito longe, ir até elas para medir com uma régua o seu tamanho, coletar amostras e contar a distância com um velocímetro é impossível.

Para essas perguntas, temos a espectroscopia.
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Simetria

Apesar de contar com alguns talentos, tenho certeza que desenho, escultura, pintura, ou qualquer forma de atividade manual (que não envolva Joysticks) não são meu forte. Nunca foram.

Uma vez na aula de educação artística, a professora era mais velha e não seguia bem o objetivo da educação artística (como eu o vejo, de qualquer forma), desenvolver o senso crítico e a sensibilidade artística. Ela mandava a gente desenhar e depois criticava. Numa dessas, a professora, quase desistindo, me mostrou um desenho que fulana tinha feito e falou: “Olha só, Martin, o desenho dela é simétrico, os olhos estão alinhados, a boca está no meio do rosto...”.

Simétrico? Explicou-me que tudo que tinha de um lado, tinha no outro, e isso é ser bom desenhista. Fiquei pensando na palavra que tinha acabado de aprender. Um quadrado é simétrico, um retângulo é simétrico. Será que uma pessoa é simétrica? Aparentemente sim: meio nariz, meia boca, um braço, uma perna e um olho de cada lado. Mas esse não é o único jeito de dividir uma pessoa, eu posso dividir de um jeito que metade fica duas pernas e na outra o resto. No quadrado não acontece isso, ficam metade iguais dividindo nas duas direções. O circulo então, em qualquer direção as metades são iguais. Será que existe mais simétrico ou menos simétrico?

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