Mais Tom Cruises para o mundo, por favor


Tem dois Tom Cruise em Oblivion. Infelizmente não é o bastante. Spoiler

A estreia de Joseph Krosinski na direção cinematográfica foi marcada por um muito badalado Tron: O Legado, que pretendia ser uma sequência do revolucionário Tron de 1982, o primeiro filme a usar a tecnologia de computação gráfica. Nem Jeff Bridges ajudou aquilo a deixar de colapsar sobre si mesmo como uma estrela morta. O filme é burro e mal conduzido, apesar de imagens sensacionais e da eletrizante música de Daft Punk.

Não é o caso de Oblivion (Oblivion, EUA, 2013), o segundo filme do diretor. Mas também não é nenhuma obra prima. Venho acompanhando seu desenvolvimento há mais de um ano, na época em que ele era somente uma Graphic Novel concebida pelo diretor e com produção executiva de David Fincher. A trama também era muito mais complexa e o filme seria vendido para a Disney.

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