Baseado no livro de imenso sucesso e mesmo nome,
Ender’s Game - O Jogo do Exterminador (
Ender’s Game, EUA, 2013) chega ao Brasil nesta sexta-feira, 20/12, com a promessa de um longa-metragem de ficção científica belo e cativante. E alcança ao menos a metade do que foi prometido - o que é sempre uma vitória.
Acompanhei o filme em uma sessão privada (cortesia da Paris Filmes - e da editora Devir, responsável pela distribuição do livro no Brasil) e devo dizer que uma coisa o filme consegue: embasbacar com a beleza visual. Tanto que já me comprometi a assisti-lo novamente nos cinemas, com direito a 3D, IMax e tudo o mais a que tiver direito. O longa é uma obra de arte visual, não há como negar. Ao menos o ponto de filme de ação divertido ele conseguiu alcançar. No entanto, a história a que se propõe a contar é muito mais profunda do que isso e, neste quesito, o diretor sul-africano Gavin Hood (de X-Men Origens: Wolverine e O Suspeito) decepciona um pouco.
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